No Museu Soares dos Reis,
um interessante pintor do Porto...
É proibido fotogafar, mas não há um desdobrável, uma folhinha impressa, um postal. Não será só penúria.
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No site do MNSR anuncia-se de forma muito sintética a exp.: Artur José de Sousa Loureiro (1853 – 1932):
http://mnsr.imc-ip.pt/pt-PT/agenda/ContentDetail.aspx?id=834.
Numa outra entrada a partir da colecção do Museu, aparece a (antiga) nota biográfica incluída no catálogo do MNSR, também sem imagens : http://mnsr.imc-ip.pt/pt-PT/coleccao/autoresrepresentados/PrintVersionContentDetail.aspx?id=709.
É muito oportuna a simultaneidade das exposições Artur Loureiro e Columbano, corrigindo uma apressada desvalorização do pintor do Porto, sempre menos visto pela crítica de Lisboa e pela história oficial. É com Silva Porto (a favor de quem desistiu em 1873, num concurso para pensionista do Estado em Paris) que se mede A.L., bem como com José Malhoa (1875, concurso para Roma, com empate e anulado), com Columbano e Condeixa (vencendo-os em 1879). À frequência naturalista em França segue-se o parentesco simbolista e um paisagismo melancólico que precede o de António Carneiro. O regresso ap Porto em 1901-04 e até 1932 integra-o plenamente no séc. XX, e no seu pequeno meio nacional.
