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    « O pouco MNE que nos mostram | Main | JV - interlúdio cómico (entremês) »

    02/16/2013

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    Listed below are links to weblogs that reference Elogio do cacilheiro da Joana Vasconcelos, I:

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    dora

    Nesta área são raros o não preconceito corporativista e a análise sólida, informada e objetiva. Saúdo-o por isso. Sobre as obras, podemos gostar e desejá-las ou não... Mas isso não é importante, é apenas pessoal e a arte não o é. Quando procuro alguma sobriedade (e seriedade) intlectual passo por aqui.

    Marco Mendes

    Caro Alexandre,

    Não é necessário ver a obra da Joana Vascocelos para poder criticá-la. Basta ouvir uma descrição para saber do que se trata: arte funcionalista, que brinca com as metáforas com a mesma profundidade com que organizam os teatrinhos na escola, ou seja, sem profundidade nenhuma. É o tipo de arte que aposta no chamado "conceito", à designer, e cuja produção, executada por equipas de assistentes, não passa de redundância e desperdício de energia e muitas vezes, de dinheiros públicos. A Joana Vascocelos não é uma artista, sequer, mas uma decoradora de interiores, organizadora de eventos e brincadeiras que promovem uma imagem do país que só interessa ao poder. Arte para espantar a burguesia (como diria o Batarda) e entreter o povo.

    Alexandre Pomar

    Obrigado pela atenção ao blog e o interesse em colaborar. Você usa a palavra "criticar" no sentido de dizer mal. Também faço isso às vezes, mas aqui preferia falar de crítica de arte, que exige saber de que se fala. Julgo que emprega a expressão "arte funcionalista" de modo desajustado e que desrespeita os "teatrinhos na escola" - se calhar têm alguma ou certa "profundidade". O "tipo de arte" que aponta é o da arte conceptual, muito valorizada por bastantes desde os anos 60 do séc. XX.
    Não consigo perceber como você se considera qualificado para atribuir certificados de "artista" a quem quer que seja - só as escolas têm esse "papel" e não serve para nada, não vale nada (parece que as Finanças também passam certificados). E - entre muitas outras coisas possíveis - veja lá a contradição entre o que "interessa ao poder" (qual poder?) e a ideia de "espantar a burguesia" (quer dizer afugentar?, assustar?, ou será surpreender?). E o poder é todo igual, todo condenável? Outra coisa: quase toda a arte tem por função (é funcionalista?) surpreender e seduzir a burguesia, e entreter o povo (e pode entreter-se transmitindo conhecimentos e ideais - já o Gil Vicente entretinha a corte e o povo...). A música, a dança, o cinema, a televisão, o teatro, o circo, o music-hall, a literatura, a bd, a ilustração, a arquitectura são arte - surpreendem e entretêm, espantam e divertem (no caso da música e da dança e do cinema e da televisão e da literatura e da arquitectura, pelo menos, podem ser outras coisas e também arte - felizmente nunca fica estabelecido à partida e há revisões da história, oposição de critérios: nunca há sossego). Acho que lhe convém desarrumar as ideias e ter mais abertura de espírito.

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