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    « Sena da Silva maltratado numa exposição de restos | Main | Rogério na colecção do CAM »

    05/25/2013

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    C Vidal

    O que são "artistas plásticos alternativos"? O texto de L. C. não faz sentido nenhum. Por outro lado, a crítica e denúncia deste post é muito oportuna! Entretanto, se a crítica de fotografia decaiu ao entrar e se especializar no sistema universitário, isso não tem a ver com a universidade em si, mas com quem actualmente faz crítica e estuda fotografia. Não faz sentido voltar-se ao velho ódio à universidade. Essa é uma forma de anti-intelectualismo, a universidade move-se, muda. A crítica fotográfica é pobre? Certo. A universidade é que a empobrece? Será? Será a universidade um beco sem saída? Nefasta? Ou é um local de trabalho e estudo como qualquer outro?

    Alexandre Pomar

    A "universidade em si" não conheço e certamente não existe - não sou essencialista. Também o tal velho ódio não conheço, não é do meu tempo (anos 60/70) - havia bons e maus professores, e certamente continua a haver -; "ainda sou do tempo" do Borges de Macedo (bom) e do Délio Santos (mau), para ser convenientemente maniqueísta.
    Já o anti-intelectualismo parece-me sempre conveniente (é um ismo pernicioso): sou mais pelo pragmatismo - gostava de ter cabeça para estudar o Dewey e para acompanhar o Shusterman, que há anos gostei de conhecer pessoalmente em Marselha.
    A fotografia (divulgação da e reflexão sobre) tem entre nós uma história fatídica - desde a construção pioneira-mas-facciosa da história por António Sena (que depois desapareceu com a sua/nossa inestimável colecção), passando por figuras também com involuções como o Albano e a Siza, pelos "teóricos" que continuaram o Pedro Miguel Frade e de que omito os nomes (o PMF ainda digeria as leituras, mesmo que não as usasse com eficácia). Se calhar eu tb.
    As instituições extinguem-se (ref. ao Arquivo de Lisboa) e a arte contemporânea fotográfica não dá sequer para alimentar os artistas, têm de passar a professores doutores. Os melhores vêem-se com grandes dificuldades para atravessar a barreira dos medíocres com notoriedade galerística.
    A decadência da divulgação e da reflexão coincidiu com a abertura de vagas da especialidade nas Universidades e com o CPF, é uma constatação. História não tem havido. A Universidade, nesta áreas do saber e da arte, corre de facto o risco de ser um beco sem saída, nefasto - é uma verificação e não só nacional. Mas conheço mal o meio, só as consequências.

    C Vidal

    Está certo, a decadência da divulgação e reflexão COINCIDIU com a abertura de cátedras, por assim dizer, nas universidades. Se coincidiu dela não é consequência. (Uma coincidência não tem tempo de ser uma consequência, não é verdade?) Esta constatação é inevitável. Refúgio para alguma mediocridade, como negá-lo? Mas a universidade como lugar de produção de conhecimento, sobre isto e muito mais, depende muito de quem não lhe pertence e a frequenta desde "fora". Vêm de fora mestrandos e doutorandos com projectos de trabalho uns mais outros menos interessantes. O controlo é mínimo, o espaço crítico está lá e pode ser usado. Se não é usado, ele está lá, seja como for. A universidade, que eu não tenho de defender nem atacar (estou-me nas tintas, e cada vez mais...), apenas intenta superar um tipo de trabalho (intenta e pode, e não sei se isso é "positivo" nem se esta é a palavra correcta - tema a aprofundar, pensar, repensar...) - ela pode superar, dizia eu, as formas de julgar, ler as obras, "impressionisticamente", por assim dizer. Tendencialmente, ela não se compadece ou não quer compadecer-se com os juízos impressionistas. A opção de Sérgio Mah é impressionista e mecanicista: o negativo integral e pronto, eis uma forma de verdade (que agride o autor Sena da Silva, porque parece querer "desmascará-lo"). A universidade não tem de ter nada a ver com este tipo de opção ou discurso. A universidade até tem o dever da complexificação e discussão, como faz este post. Na universidade pode-se destituir automatismos destes que julgam propor critérios autênticos intemporais, como se isso existisse. Quero eu dizer, o seu discurso, meu caro, é de certo modo universitário! Quanto ao texto de L.C., até gramaticalmente abstruso, não é de professor, seja de que "nível" for. Mas posso estar enganado. Terei de pensar.

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