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08/27/2007

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rc

Há anos (demasiados) que deambulo em 'peregrinação laboral' pelos museus tutelados pelo ex IPM. E faz-me muita confusão que não venha a discussão pública, no meio de todo este bate boca, questões essenciais relacionadas com o funcionamento dos museus e que também têm a ver com a política de gestão que tem vindo a ser aplicada (não apenas por Bairrão Oleiro, mas também pelos que o antecederam) que obriga a habilidades (aquelas que o referido senhor disfarçou de debilidades no discurso que fez ao Expresso há umas semanas) ilegais e muito pouco escrupulosas como a contatação precária de técnicos superiores ao abrigo de programas e programinhas a custo mínimo. Quando digo custo mínimo é mesmo mínimo (que é menos do que uma empregada de limpeza ganha) - ver o Relatório do Tribunal de Contas. E há museus que não têm nos seus quadros um único técnico superior! O que traz consequências gravissimas ao nível do mais elementar da actividade museológica. Também o pressuposto de que o museu é uma instituição sem fins lucrativos, levou ao extremo de se deixar de poder vender nas suas lojas produtos à consignação, o que limita as lojas aos produtos desinteressantes e de duvidoso gosto que a tutela autoriza.

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