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07/22/2008

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f

http://alexandrepomar.typepad.com/alexandre_pomar/2007/06/veneza_1997.html


''Nas representações nacionais presentes em Veneza, podem destacar-se, em função da notoriedade internacional dos artistas presentes e entre as mais numerosas presenças «excêntricas» , as seguintes:...

Brasil, Jac Leirner e Waltercio Caldas;..''

(quem????)

ap

Pois é, o W. Costa era incluído numa lista de nomes conhecidos e circulantes, apenas isso. Mas obrigado ao leitor atento e anónimo por vir confirmar que o google search funciona bem.

Luís Costa

Registo o facto de que o CAM teve condições para ser o primeiro centro de arte português verdadeiramente interdisciplinar (fusão Acarte/CAM em 99 e seus antecedentes), mas nunca chegou a sê-lo (nem o CAM nem nehum outro). Uma entre muitas oportunidades perdidas de um espaço onde apetecia estar e onde o tempo parecia que fluia mais devagar.

Ultraperiférico

De facto a história do CAM/FCG tem vindo a revelar um triste e
progressivo apagamento. Infelizmente, não muito diferente de
tantas outras instituições culturais em Portugal. E parece que
também na FCG a "tendência" economicista dita as regras e serve
de justificação ou subterfúgio para a ausência de estratégia e
a falta de ousadia.
Quanto aos públicos, no que se refere às "escolhas impróprias"
das instituições, com salas-às-moscas, tenho esta dúvida: não
serão também os débeis hábitos culturais dos portugueses que
determinam este estado de coisas? Não serão também as instituições
um reflexo do alheamento e da apatia dos públicos?

cm

"um tal Waltercio Caldas (quem?)"
Tomei a liberdade de enviar a sua citação para alguns pintores brasileiros.
Recebi as mais variadas respostas. Em comum o seguinte:
"Alexandre Pomar (quem?)"
"Um oceano inteiro para nadar" não é?

Victor L.

Os pintores brasileiros referidos por CM, que pintores portugueses conhecem? "Um oceano inteiro para nadar", sim, do Brasil para cá. De cá para o Brasil, há séculos que o oceano anda a ser nadado.

Pedro dos Reis

Penso que a situacao actual se deve a um pouco de tudo o que foi referido.
No Brasil tambem nao devem conhecer todos os artistas portugueses, ou a realidade artistica portuguesa.
Ha' omissoes de parte a parte.
O que se passa e' a exposicao ter "aterrado" em Lisboa, quase que sem aviso. Uma retrospectiva do trabalho deste artista poderia ter sido uma solucao mais adequada e depois dessa haveria alguma base para se partir para um trabalho deste genero, mais especifico.
Coloco mais a questao em relacao a este artista, sem menosprezar o seu trabalho, dentro do plano da criacao de novos publicos dentro do CAM.
Ao mesmo tempo esta exposicao podera' ser o despertar da curiosidade do publico que se desloca aquele espaco, para conhecer com mais profundidade o trabalho deste artista - que em todo o caso e' parcial, que como tive a oportunidade de ler num "artigo Lusa" (oportunamente aparecido neste momento - falo da conferencia da CPLP e os investimentos brasileiros no Pais; e espalhado por todos os orgaos de informacao e instituicoes idoneas ver por exemplo: http://corp.millenniumbcp.pt/pt/public/InformacaoeGestao/Noticias/Pages/Sociedade.aspx?idNews=34a022a1-e280-4884-add0-98a26832b01a ).
Mas qual e' o impacto que se espera da exposicao? Sera' que esta exposicao sera' marcante tanto para o publico, como para o artista? Como podera' ela influenciar o publico, ou mesmo a producao artistica nacional?
Nao penso que o artista mereca ser considerado culpado. Todos os artistas sao validos.
Mas existe um problema identitario. Poucas pessoas o conhecem (salvo raras excepcoes, como se pode reparar pelos comentarios), um pouco por culpa nossa (dos faladores de Portugues), por nunca termos conseguido criar canais de comunicacao entre os varios paises. Faltam-nos mais referencias. O Brasil tem muitos bons artistas, que pela forca das circunstancias nos passam despercebidos.
As proprias referencias que os novos artistas portugueses tem, nao criam qualquer ligacao ao outro lado do oceano, a nao ser que estejamos a falar dos Estados Unidos.
Em todo o caso, apostar no trabalho deste artista e documenta'-lo devidamente podera' ajudar a apagar alguns erros do passado.
Tambem e' bom ver que existem galerias que tambem tem investido no mesmo tipo de aproximacao - falo da Galeria Graca Brandao, que apresentou o trabalho de Lygia Pape, em Lisboa, por exemplo.
Ha' muito oceano para nadar, realmente, mas em primeiro lugar e' preciso haver vontade de todas as partes (nao ha' so' Portugal e Brasil, mas muitos outros paises, como Angola, Mocambique, S.Tome' e Principe, e outros).

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