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11/29/2008

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popelina

Estou inteiramente de acordo. Acrescentaria em parceria com esses países. O meu comentário do outro dia desapareceu, não faz mal, mas gostaria de saber se recebeu. Cumprimentos. Popelina/Cristina

Amado Monstro

caro Alexandre,

E quem lhe disse que o este novo centro contemporâneo terá de convidar blacks.
Com todo o branqueamento que já há muito o país faz e o caracter inovador do projecto pode até ser que tenha só non blacks. Convidam-se esses da ponta para fazerem umas coisas e obrigam-se uns outros quantos que restarem dessa ponta a irem fazer umas coisas a África e a dialogarem, dialogarem muito...e depois exibem-se as coisas destas pontas todas.
Nem é preciso mesmo blacks nenhuns. Nada me surprenderia neste país tão multicultural, ponte de diálogo.
E já agora um conselho para esse novo centro já não se usa multicultural nem intercultural mas sim transcultural!
Gostaria também de saber a que acções culturais social e estrategiacamente sustentadas se refere da parte do Ministério das Cultura em relação a África?
E quais as razões para não existir uma experiência anterior bem sucedida e acumulada de convivência com as culturas de África e das suas (e nossas) diásporas?
Talvez tenha razão, talvez o Ministério da Cultura, o Instituto do Camões, a Camara de Lisboa e de outras cidades, os agentes culturais devessem reflectir sobre esta última questão, pois muitos falam sobre multiculturalismo e nem Saiid leram coitados...
Nos próprios encontros da Cultura ou apresentações como estas lançam-se estas palavras e olha-se para a plateia e onde e como está esse diálogo?
Está branco branco de susto! branco de ausência e falam falam falam sobre nós....

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