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04/07/2011

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AP

Para já, estou a tentar entender o Adelino Lyon de Castro que lá se mostra. Não é o que eu fui conhecendo, o dos salões do Grémio Português de Fotografia (1946-1951, ou 52?), da 5ª Exposição Geral de Artes Plásticas (1950), do Foto Clube 6x6, o vencedor do I e único Salão de Arte Fotográfica do Jornal do Barreiro (1950), o do livro da Maria Lamas (As Mulheres do Meu País, 1948-50; reed. Caminho 2002-03, depois trucidada pela Leya), o fotógrafo evocado por Fernando Piteira Santos no álbum monográfico O Mundo da Minha Objectiva, Pub. Europa-América, 1980, ainda à venda, por exemplo via Wook, por 15,90€), etc. Tinha sido ostensivamente silenciado por António Sena na sua História da Imagem Fotográfica em Portugal e num revelador artigo de 1981 ("Ver para não crer", Jornal de Letras, nº 3, 31 Março 1981), onde dizia fazer o inventário do que se publicara no ano anterior. E foi resistindo ao (mau) tempo. Para já, repito, tenho de tentar alargar a pesquisa sobre a fortuna crítica (o infortúnio crítico). E aguardar o catálogo anunciado.

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