Artigos recolhidos em Academia.edu
(1)
HISTÓRIAS PORTUGUESAS (anos 40… anos 2000)
https://www.academia.edu/748287/Hist%C3%B3rias_portuguesas_anos_40..._
1942, No atelier da Rua das Flores (2002, 60 anos depois)
Geração de 45 (2005)
Júlio Pomar, Pintura (Saltimbancos), 1942, reproduzido de “Panorama, Revista Portuguesa de Arte e Turismo”, nº 13, Fevereiro 1943. Assinado Júlio
(A obra foi exposta no atelier da Rua das Flores em 1942 e daí levada por Almada Negreiros (vendida, como se tem escrito, ou, talvez melhor, cedida, porque é natural que não a tenha chegado a pagar), o qual por sua vez a apresentou ao júri da 7ª Exposição de Arte Moderna do Secretariado da Propaganda Nacional, inaugurada em Dezembro desse ano (foi o nº19 do catálogo, Pintura, mas o autor designa-a como Saltimbancos). O crítico da Seara Nova, Adriano de Gusmão, escreveu que a obrinha «fez sensação neste salão», onde as presenças surrealistas de António Pedro e Dacosta enfrentavam os gostos mais conservadores, entre os modernos apadrinhados por António Ferro. Depois, a tal Pintura cedida pelo Almada, e certamente nunca reclamada, perder-se-ia nos depósitos do futuro SNI, com uma assinatura (Júlio) que deixou de ser identificada ou se prestava a confusões.
Que uma exposição de estudantes tivesse sido visitada pelos artistas e especialistas da época, que um ensaio de pintura de um jovem desconhecido de 16 anos acabado de entrar na Escola de Belas Artes fosse acolhido no Salão do SPN de António Ferro, e comentada na imprensa, e que fosse a seguir reproduzida no «Panorama» entre outros destaques dessa 7ª Exposição de Arte Moderna do Secretariado da Propaganda Nacional é todo um documentário sobre um tempo distante, desconhecido e contraditório…)
As Exposições Gerais de Artes Plásticas, 1946 - 1956: «Um grande comício sem palavras» (2005, Vila Franca de Xira)
Surrealismos de 1934 a 52: «Antes e depois de 1947» (2001, Museu do Chiado)
Júlio Resende (2001, Matosinhos)
Fernando Lanhas, «Sonhei que sabia tudo» (2001, Museu de Serralves)
Nadir Afonso, "Razão e excesso» (2001, Cascais)
António Dacosta (1988, CAM, Fundação Gulbenkian)
(2) DE 1982
ANOS QUARENTA
https://www.academia.edu/748287/Hist%C3%B3rias_portuguesas_anos_40..._
in Diário de Notícias, 8, 9, 16 e 16 Abril 82
sobre OS ANOS 40 NA ARTE PORTUGUESA, Fundação Calouste Gulbenkian
I «A vanguarda de António Ferro»
II «A geração da ruptura»
III «Os sentidos de uma década»
IV «Duas ou três lacunas»
(3) NO CATALOGO RAISONNÉ, 2004
Júlio Pomar. O neo-realismo, e depois (1942-1968)
https://www.academia.edu/741356/Julio_Pomar._O_neo-realismo_e_depois._1942-1968
in Júlio Pomar, Catálogo “Raisonné” I. Pinturas, Ferros e Assemblages 1942-1968 /Catalogue Raisonné I, Peintures, Fers et Assemblages 1942-1968; textos/textes de Alexandre Pomar, Marcelin Pleynet. Éditions de la Différence, Paris / Ed.Artemágica, Lisboa, 2004. (Version française disponible)
(4) ANEXO
O neo-realismo na fotografia portuguesa,1945 – 1963
https://www.academia.edu/525938/O_neo-realismo_na_fotografia_portuguesa_1945_1963
in INDUSTRIALIZAÇÃO EM PORTUGAL NO SÉCULO XX. O CASO DO BARREIRO, Actas do Colóquio Internacional Centenário da CUF do Barreiro,1908-2008, Universidade Autrónoma de Lisboa, 2010 (Auditório Municipal Augusto Cabrita, Barreiro, 8-10 de Outubro de 2008)
